Sinceramente? Não sei se fiz a coisa correta. “Agir por impulso”, talvez, seja meu grande erro. Ficar sozinho virou de costume. Nunca se relacionar com as pessoas virou comum, e até mais que isso, virou um vício. Passar a vida com alguém era algo que estava nos meus planos. Estava. Minha vida tem se tornado monótona, e quando digo “monótona” me refiro à vazia. “Fazer nada” tem sido tão cansativo… Pensar tem sido meu único hobby, hobby que eu prefiro chamar de “prisão”, prisão de lembranças que seria melhor que fossem apagadas da memória e da minha vida. Me arrependo de muitas coisas, e talvez eu me arrependa até de escrever essas palavras, mas já terei escrito e deixo o destino dizer o fim…

Penso em você mais do que eu acho que penso.

Eu só quero isso. Alguém que chegue, me faça rir, permaneça. Que dispute comigo no final do dia, quem ama mais. Eu só quero isso, um pouquinho de amor, de carinho. Quero alguém que fique, por mais difícil que esteja. Um sol, pra me fazer de Terra, e girar em torno. Para me iluminar, por mais que a escuridão aparente não ir embora. Alguém, para rir das piadas mais estúpidas do mundo. Quero alguém, que exista apenas em mim, quero existir em alguém. Ser o mundo de alguém. Quero alguém que, no final de um diálogo, diga tchau, pelo menos umas 5 vezes, e depois de tudo, apenas, esqueça de ir embora.
Fernando Moura (via semprequerespirei)

(via w-akeful)

Já torceu pra que uma verdade fosse mentira?

(via w-akeful)





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